A Quina teve 92 acertadores, que vão levar, cada um, o prêmio de R$ 19.600,34. Outras 7.192 apostas acertaram a Quadra e cada uma vai receber R$ 250,73.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 22 milhões no próximo concurso
RIO - Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 1026 da Mega-Sena. Segundo a Caixa, a estimativa de prêmio para o próximo concurso, na próxima quarta-feira, dia 3 de dezembro, é de R$ 22 milhões Os números sorteados neste sábado, na cidade paulista de Embu-Guaçu, foram: 06 - 10 - 17 - 33 - 51 e 53.
A Quina teve 92 acertadores, que vão levar, cada um, o prêmio de R$ 19.600,34. Outras 7.192 apostas acertaram a Quadra e cada uma vai receber R$ 250,73.

A Quina teve 92 acertadores, que vão levar, cada um, o prêmio de R$ 19.600,34. Outras 7.192 apostas acertaram a Quadra e cada uma vai receber R$ 250,73.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Confiança de industriais brasileiros cai ao menor nível em 5 anos
Rio de Janeiro, 28 nov (EFE).- O Índice de Confiança dos Industriais (ICI) brasileiros na economia caiu de 104,4 pontos em outubro para 84,1 pontos em novembro, seu menor nível desde julho de 2003 (81,1 pontos), segundo pesquisa divulgada hoje pela Fundação Getulio Vargas.
Após cair 9,2% em outubro, o índice caiu mais 19,4% em novembro, segundo o estudo do centro de estudos econômicos.
Em comparação com novembro do ano passado, a queda foi de 30,2%.
O índice, para o qual foram consultados 1.112 industriais de todo o país, reflete a confiança dos empresários em uma escala que vai até 200 pontos, na qual são considerados resultados positivos os localizados acima de 100 pontos.
"A piora do ambiente de negócios, verificada em todos os critérios que compõem o índice de confiança industrial, mostra uma desaceleração da atividade econômica em novembro e maior disseminação de expectativas pessimistas em relação aos próximos meses", de acordo com a Fundação Getulio Vargas.
Os autores do estudo atribuíram a queda do índice aos temores gerados no Brasil pela crise financeira global e pela possível recessão em importantes mercados para as exportações brasileiras.
O Índice de Situação Atual, um dos que compõem o índice de confiança e que reflete a opinião dos industriais sobre a atual conjuntura econômica, caiu 22,2% em novembro, após perder 7,7% em outubro.
O Índice de Expectativas, que abrange os próximos seis meses, caiu 16,5% em novembro após queda de 10,9% em outubro.
O estudo também mostrou que o nível de uso da capacidade instalada da indústria caiu para 85,2% em novembro, após ter sido de 86,3% em outubro e ficou em seu pior nível desde abril, quando era de 85,1%. EFE
Após cair 9,2% em outubro, o índice caiu mais 19,4% em novembro, segundo o estudo do centro de estudos econômicos.
Em comparação com novembro do ano passado, a queda foi de 30,2%.
O índice, para o qual foram consultados 1.112 industriais de todo o país, reflete a confiança dos empresários em uma escala que vai até 200 pontos, na qual são considerados resultados positivos os localizados acima de 100 pontos.
"A piora do ambiente de negócios, verificada em todos os critérios que compõem o índice de confiança industrial, mostra uma desaceleração da atividade econômica em novembro e maior disseminação de expectativas pessimistas em relação aos próximos meses", de acordo com a Fundação Getulio Vargas.
Os autores do estudo atribuíram a queda do índice aos temores gerados no Brasil pela crise financeira global e pela possível recessão em importantes mercados para as exportações brasileiras.
O Índice de Situação Atual, um dos que compõem o índice de confiança e que reflete a opinião dos industriais sobre a atual conjuntura econômica, caiu 22,2% em novembro, após perder 7,7% em outubro.
O Índice de Expectativas, que abrange os próximos seis meses, caiu 16,5% em novembro após queda de 10,9% em outubro.
O estudo também mostrou que o nível de uso da capacidade instalada da indústria caiu para 85,2% em novembro, após ter sido de 86,3% em outubro e ficou em seu pior nível desde abril, quando era de 85,1%. EFE
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Bolsas na Europa, EUA e Ásia atingem menor nível em cinco anos
Nos EUA e na Ásia, bolsas fecharam no pior patamar desde 2003.
Bolsas européias recuam e também atingiram nível de 2003.
•Após divulgação de indicadores negativos sobre a situação econômica nos Estados Unidos na véspera, as principais bolsas do mercado financeiro mundial registram os piores resultados desde 2003. As bolsas asiáticas fecharam nesta quinta-feira (20) no pior nível desde 2003 e as européias operam em baixa, também chegando ao patamar mais baixo dos últimos cinco anos.
Os mercados seguiram tendência do comportamento da bolsa de Nova York, que na quarta (19) viu o índice Dow Jones cair 5% e fechar no menor patamar desde 2003.
Europa
O índice das principais ações européias FTSEurofirst 300 atingiu o patamar mais baixo em cinco anos e meio, ampliando perdas da véspera diante da continuação do recuo de ações de empresas ligadas a commodities e de bancos.
Às 8h50 (horário do Brasília), o índice FTSEurofirst 300 registrava queda de 3,13%, a 786 pontos, tendo atingido mais cedo 782 pontos. No ano, o indicador já se desvalorizou em cerca de 48%.
Ásia
As perdas nos mercados europeus seguem a tendência das Bolsas da Ásia.
A Bolsa de Tóquio encerrou a sessão em forte queda de 6,89%, em um mercado nervoso com a nova baixa de Wall Street, a valorização do iene e o anúncio de dados muito ruins do comércio exterior do Japão.
O índice Nikkei 225 perdeu 570,18 pontos, a 7.703,04 unidades, abaixo da barreira psicológica dos 8.000 pontos pela primeira vez desde 28 de outubro.
Os demais mercados asiáticos também registraram resultados ruins: Seul caiu 6,7%, Hong Kong 4,04%, Mumbai 5,01%, Taipé 4,53%, Sydney 4,19%, Nova Zelândia 2,28% e Xangai 1,67%.
O índice MSCI das principais ações asiáticas com exceção do Japão tombou 6%, a 201 pontos. Enquanto isso, o indicador MSCI de ações de todos os países exibia baixa de 2,33% às 8h35 (horário de Brasília), a 197 pontos, depois de atingir mais cedo o menor nível desde maio de 2003.
EUA
A Bolsa de Nova York registrou na véspera o menor nível em mais de cinco anos: o Dow Jones perdeu 5,07% e a Nasdaq 6,53%.
Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed, banco central) anunciou que o Produto Interno Bruto dos Estados Unidos deve evoluir em 2009 entre -0,2% e +1,1%, abaixo das estimativas anteriores. O país também está ameaçado por uma perigosa deflação.
Japão
Na manhã desta quinta-feira, os investidores nipônicos receberam outra péssima notícia: o anúncio de um raro déficit comercial do Japão em outubro. As exportações registraram a maior queda em sete anos em conseqüência da redução da demanda nos Estados Unidos, União Européia e Ásia. As importações subiram com a alta dos preços das matérias-primas.
O Japão registrou em outubro um déficit comercial de 63,920 bilhões de ienes (510 milhões de euros), após sofrer um forte retrocesso nas exportações para Estados Unidos e União Européia, anunciou o governo.
É raro a segunda economia mundial, que depende muito de suas exportações, registrar déficit comercial. Em outubro do ano passado, o Japão teve um excedente de 999,440 bilhões de ienes.
Fonte: G1
Bolsas européias recuam e também atingiram nível de 2003.
•Após divulgação de indicadores negativos sobre a situação econômica nos Estados Unidos na véspera, as principais bolsas do mercado financeiro mundial registram os piores resultados desde 2003. As bolsas asiáticas fecharam nesta quinta-feira (20) no pior nível desde 2003 e as européias operam em baixa, também chegando ao patamar mais baixo dos últimos cinco anos.
Os mercados seguiram tendência do comportamento da bolsa de Nova York, que na quarta (19) viu o índice Dow Jones cair 5% e fechar no menor patamar desde 2003.
Europa
O índice das principais ações européias FTSEurofirst 300 atingiu o patamar mais baixo em cinco anos e meio, ampliando perdas da véspera diante da continuação do recuo de ações de empresas ligadas a commodities e de bancos.
Às 8h50 (horário do Brasília), o índice FTSEurofirst 300 registrava queda de 3,13%, a 786 pontos, tendo atingido mais cedo 782 pontos. No ano, o indicador já se desvalorizou em cerca de 48%.
Ásia
As perdas nos mercados europeus seguem a tendência das Bolsas da Ásia.
A Bolsa de Tóquio encerrou a sessão em forte queda de 6,89%, em um mercado nervoso com a nova baixa de Wall Street, a valorização do iene e o anúncio de dados muito ruins do comércio exterior do Japão.
O índice Nikkei 225 perdeu 570,18 pontos, a 7.703,04 unidades, abaixo da barreira psicológica dos 8.000 pontos pela primeira vez desde 28 de outubro.
Os demais mercados asiáticos também registraram resultados ruins: Seul caiu 6,7%, Hong Kong 4,04%, Mumbai 5,01%, Taipé 4,53%, Sydney 4,19%, Nova Zelândia 2,28% e Xangai 1,67%.
O índice MSCI das principais ações asiáticas com exceção do Japão tombou 6%, a 201 pontos. Enquanto isso, o indicador MSCI de ações de todos os países exibia baixa de 2,33% às 8h35 (horário de Brasília), a 197 pontos, depois de atingir mais cedo o menor nível desde maio de 2003.
EUA
A Bolsa de Nova York registrou na véspera o menor nível em mais de cinco anos: o Dow Jones perdeu 5,07% e a Nasdaq 6,53%.
Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed, banco central) anunciou que o Produto Interno Bruto dos Estados Unidos deve evoluir em 2009 entre -0,2% e +1,1%, abaixo das estimativas anteriores. O país também está ameaçado por uma perigosa deflação.
Japão
Na manhã desta quinta-feira, os investidores nipônicos receberam outra péssima notícia: o anúncio de um raro déficit comercial do Japão em outubro. As exportações registraram a maior queda em sete anos em conseqüência da redução da demanda nos Estados Unidos, União Européia e Ásia. As importações subiram com a alta dos preços das matérias-primas.
O Japão registrou em outubro um déficit comercial de 63,920 bilhões de ienes (510 milhões de euros), após sofrer um forte retrocesso nas exportações para Estados Unidos e União Européia, anunciou o governo.
É raro a segunda economia mundial, que depende muito de suas exportações, registrar déficit comercial. Em outubro do ano passado, o Japão teve um excedente de 999,440 bilhões de ienes.
Fonte: G1
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